Ordem do Mérito

Hylda Cavalcanti e Catarina Lima
Redacao@grupojbr.com

A ministra Flávia Arruda (foto) foi condecorada com o grau mais alto da Ordem do Mérito da Defesa, a medalha grã-cruz. A cerimônia aconteceu ontem, em comemoração aos 22 anos do Ministério da Defesa. A ministra recebeu a homenagem das mãos do ministro da Defesa, general Braga Netto e também posou ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

Atos relevantes – A medalha é concedida a cidadãos e a estrangeiros que tiveram atos de relevância para com o país, especialmente no que tange à defesa e às Forças Armadas do país.

Derrubada de veto

A coordenadora da bancada do Distrito Federal no Congresso Nacional, senadora Leila Barros (PSB), divulgou ontem um comunicado no qual informa que todos os 11 parlamentares do DF se comprometem a atuar para derrubar o veto presidencial a um trecho da Lei 14.162/2021, que dispõe sobre a organização básica da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Saúde da polícia – A medida vetada permitiria a concessão de plano de saúde aos integrantes das carreiras da Polícia Civil do Distrito Federal e aos seus dependentes.Os parlamentares do DF alertam que o direito fundamental está garantido na Constituição Federal e que o plano de saúde é um pleito histórico das carreiras da PCDF.

Sem despesa – Ressaltam ainda que o texto vetado não cria despesa, mas apenas estabelece a possibilidade de criação e regulamentação do benefício pelo Governo do Distrito Federal, caso haja orçamento.

Parlaíndio

Importantes lideranças indígenas do país lançaram o Parlaíndio Brasil, um parlamento indígena aberto que tem como missão dar voz e visibilidade política às lideranças tradicionais e representativas dos 305 povos originários do Brasil.

Raoni – O presidente de honra do Parlaíndio é o Cacique Raoni Metuktire, líder indígena brasileiro da etnia Kayapó Mebengokrê, conhecido em todo o mundo por sua luta pela preservação da Amazônia e dos povos indígenas.

Funai – A primeira medida aprovada pelo Parlaíndio, por unanimidade, foi a decisão de entrar na Justiça com um pedido de exoneração do presidente da Funai, delegado Marcelo Xavier. Os indígenas entendem que ele não vem cumprindo sua missão constitucional de defender os povos originários do país.

Atacadão junino

Ainda não deverá ser desta vez que estarão de volta as festas juninas, com barraquinhas de comida, quadrilhas, danças e correio elegante. É a constatação do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF). Tradicionalmente, as festas juninas têm significado um impulsionamento nas vendas. Mas, com a pandemia da covid-19, isso não se verificou no ano passado e não deve se verificar este ano.

Prejuízos – O setor, na verdade, já sentiu os prejuízos, uma vez que os preparativos para as festas já estariam começando agora. “As festas juninas são feitas pelas pessoas. Nesta época do ano, é comum sair e se reunir com familiares e amigos para aproveitar a festividade”, comenta o presidente do sindicato, Lysipo Gomide.

Fonte de renda – Ele lembra que, em muitas regiões, as festas são uma fonte de renda importante para várias famílias. “É uma pena que, mais uma vez, tenhamos que deixar de lado esse momento tão esperado para muitos, inclusive para as empresas atacadistas que comercializam estes tipos de produto”, conclui Gomide.

Números – Segundo Carlos Roberto, sócio do Maximus Atacadista, houve um crescimento este ano de 15% na venda dos alimentos típicos desta época, como canjica e paçoca. Mas, se for comparado o resultado com 2019, antes da pandemia, as perdas chegam a 20%.

Atletas surdos

A Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara aprovou o relatório do deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF/foto), junto ao PL 150/21 que destina recursos das loterias e concursos de prognósticos para os atletas da Confederação Brasileira de Surdos(CBDS).

Recursos específicos – Atualmente, parte dos recursos provenientes da arrecadação das loterias são entregues para o Comitê Olímpico Brasileiro e para o Comitê Paralímpico Brasileiro. Julio Cesar defende que não há razão para que os deficientes auditivos, que possuem suas próprias competições de nível olímpico, continuem a ser privados de recursos das loterias para o financiamento de seus esportes.

Inclusão – “Se o propósito maior da alocação de parte do produto da arrecadação das loterias é contribuir para o financiamento do esporte olímpico e paralímpico, não há motivos para não incluir a sua aplicabilidade à causa dos desportos praticados pelos surdos”, argumenta o deputado.

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Author: Redação Jornal de Brasília

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